Page 27 - Porto da Beira/Port of Beira
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CORREDOR DA BEIRABEIRA CORRIDOR25Com as melhorias de infra-estrutura em andamento o Porto da Beira está a aumentar ainda mais os seus esforços de marketing para destacar o Corredor da Beira como o caminho mais curto, mais rápido e mais barato do interior para os mercados pan-africanos e intercontinentais.Sr. Carlos Mesquita comenta que o uso de qualquer outra via para aceso aos mercados representa um desperdício de milhões de dólares. “Algumas empresas do Zimbabwe, por exemplo, estavam a transportar a sua carga para Durban, que fica a mais de1.700 km de Harare, em vez da Beira, que fica a apenas 559 km”, afirma. “Cada quilómetro adicional retira parte do lucro que uma empresa consegue obter a partir da exportação.”Em média, ao utilizar o Corredor, as organizações de importação/exportação do Zimbabwe conseguem baixar em pelo menos 30% os seus custos de transporte actuais.Não é só a carga quebeneficia com o Corredor. Ainiciativa do Corredor deCrescimento Agrícola da Beira(CCAB) – uma parceria entre oGoverno de Moçambique,investidores privados,organizações de agricultores eagências internacionais –também beneficia dado que promove o aumento do investimento na agricultura comercial e no agronegócio ao longo de todo o Corredor, incluindo Tete, Sofala e Manica.Está disponível uma área de mais de 10 milhões de hectares de terra arável no Corredor da Beira, no entanto, menos de 3% são actualmente explorados comercialmente. Ao longo de um período de 20 anos estima-se que cerca de 350.000 novos postos de trabalho poderão ser criados, produzindo uma variedade de culturas, tanto para consumo interno como para exportação. GUma das mais movimentadas estradas de Moçambique, nos últimos anos a EN6 tem sido o foco de um crescente número de terminais interiores de contentores e de portos secos, que foram implementado ao lado da rodovia, aproveitando tanto a proximidade com o Porto da Beira e o acesso por via terrestre aos mercadosem toda a África Oriental e Austral.line – stabilising the track bed and re-opening rail crossings and stations – aims to triple capacity to 3 million tons annually.With the infrastructure upgrades underway, the Port of Beira is further increasing its marketing efforts to highlight the Beira Corridor as the shortest, fastest and cheapest route from the hinterland to Pan-African and overseas markets.Mr. Carlos Mesquita comments that using any other route to the market is a waste of millions of dollars. “SomeZimbabwean companies, for example, were transporting their cargo to Durban, which is over 1,700km from Harare, instead of Beira, which is only 559km,” he says. “Every extra kilometre removes part of the profit a company might make from exporting.”On average, by using the Corridor, Zimbabwean import/export organisations can shave at least 30% from their current transport costs.It’s not just freight that benefits from the Corridor. The Beira Agricultural Growth Corridor (BAGC) initiative – a partnership between the Mozambique government, private investors, farming organisations and international agencies – also benefits as they promote the increase of investment in commercial agriculture and agribusiness, throughout the Corridor including Tete, Sofala and Manica provinces.More than a 10 million hectare area of arable land is available in the Beira Corridor, yet less than 3% is presently commercially exploited. Over a 20-year period an estimated 350,000 new jobs could be created growing a variety of crops, both for domestic consumption and for export. GPORT OF BEIRA PROFILE & DIRECTORY 2015 | 2016


































































































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